Perecível ao tempo

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Posted on: 21/07/2012

São spoilers da literatura brasileira.

NÃO LEIA!

Ou leia e tente adivinhar de quais histórias são.

 

Separada de Bentinho, Capitu “morre bonita” na Suíça.

Brás Cubas não teve filhos. E morre (coisa que é um falso spoiler, a bem da verdade).

Preso, Major Quaresma perde. Tudo.

GH come a barata. E adora­­ – – – – –

Fabiano atira em Baleia e vai para o sul.

Vestida de dançarina oriental, Ana é morta pelo pai.

Ana Clara morre, Lia se exila e Lorena volta pra casa.

O diabo não existe, existe o “homem humano”.

Baltasar desaparece num balão, mas Blimunda o vê queimando numa fogueira.

Gabriela e Nacib ficam juntos.

Bertoleza rasga o próprio ventre.

Com vento a favor, tudo dá certo para os portugueses.

Madalena escreve uma carta e toma veneno. Todos dormem – menos Paulo Honório.

“Seguiu-se a morte de D. Maria, a do Leonardo-Pataca, e uma enfiada de acontecimentos tristes que pouparemos aos leitores, fazendo aqui ponto-final.”

 

Reconheci #8.

P.S.: Os spoilers saíram daqui: Não me culpem pelo aspecto sinistro

 

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Um dos meus filmes preferidos é “Diários de motocicleta“, por vários motivos:

  • Mostra a paisagem e a cultura de diversos países da América Latina;
  • Sua estética lembra a de um documentário;
  • A adaptação foi muito bem feita! Pra quem não sabe, o filme foi inspirado em dois livros. O “De moto pela América do Sul“, do Che Guevara e “Con el Che por Sudamérica“, de Alberto Granado.
  • Walter Salles é orgulho brasileiro. O diretor é referência no cinema, e sempre é bom prestigiar a prata da casa;
  • Conta a história de Che Guevara quando ele ainda era apenas Ernesto Guevara;
  • Tem os lindos Gael García Bernal e Rodrigo de La Serna, como Ernesto e Alberto Granado, respectivamente.

Depois que você assiste o filme, a vontade que dá (pelo menos comigo aconteceu isso) é de largar tudo e sair viajando por aí.

Bom, só os motivos listados aí em cima são suficientes pra correr assistir.

E se você pegar o DVD em uma locadora, melhor ainda. Isso porque ele tem alguns extras, e o mais interessante é o mini documentário com o companheiro de viagens de Che Guevara, Alberto Granado.

No tal mini documentário, Granado fala da coragem necessária para se fazer uma viagem como a deles.

 

 

Para uma viagem como essa, é preciso romper. É preciso ser mau filho, mau irmão, mau namorado, e partir. Ou acaba não indo.

[Alberto Granado]

Acho que Granado coloca bem a questão. É preciso romper. E não apenas para se aventurar em viagens de moto pela América do Sul.

É preciso romper com as pessoas mais importantes das nossas vidas, para que a gente possa seguir um caminho único. Para ficar livre para aceitar a melhor escolha pra si mesmo. Para que a gente se jogue na vida, sem arrependimentos e traumas. Para que a gente se prepare para a própria revolução.

Já rompi com meus pais, irmãos, amigos… Só não aceito romper comigo mesma!


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