Perecível ao tempo

Contigo

Posted on: 02/04/2013

O meu cérebro trabalha em português, mas acho que meu coração só funciona em espanhol! Não sei se é porque quando pequena escutava cantigas de ninar nesse idioma (ensinadas pela minha mãe, que é paraguaia), mas as músicas que mais me tocam são cantadas nessa língua.

Também acho que sou um pouco exagerada nas questões sentimentais, mas o que se há de fazer? Culpo o sangue e a cultura latina, aliados à minha porção baiana, das quais descendo.

Em madrugadas tipicamente curitibanas, frias e com garoa, só me resta recorrer a música de Fito Paez e Joaquin Sabina. “Contigo” tem o poder estranho e paradoxal de animar e acalmar.

Yo no quiero domingos por la tarde;
Yo no quiero columpio en el jardín;
Lo que yo quiero, corazón cobarde,
Es que mueras por mí.

Y morirme contigo si te matas
Y matarme contigo si te mueres
Porque el amor cuando no muere mata
Porque amores que matan nunca mueren.

[Fito Paez, CONTIGO]

P.s.: Traduzir é matar um pouco da poesia. Força no Google Tradutor!

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