Perecível ao tempo

Archive for abril 2013

Paint

Posted on: 22/04/2013

Coitada da Chapeuzinho, virou comida de lobo junto com a vovozinha.

Chapeuzinho na mata

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“Eu comecei a trabalhar aqui em… deixa eu pensar, em 89. É, 89! Foi nessa época que… ”

 

PAUSA

 

“89? Uhmm, Até 99 dez anos, 2009, vinte. 2013 dá vinte e quatro. Humm, ok.”

“Hey, peraí! Eu nasci em 90, então quando eu nasci esse cara já tava aqui. Eu aprendi a engatinhar, a andar, usar o pinico, ir no banheiro sozinha, andar de bicicleta. Eu entrei na escola, passei pelo Ensino Médio, tive meu primeiro namorado, terminei, tive outro, fiz cursinho, passei no vestibular, outro namorado, fiz a faculdade, passei pelo TCC e esse cara ainda está aqui! Uau!”

 

VOLTA

 

“Então as crateras lunares…”

 

-:-:-:-:-:-:-:-:-:-:-:-

 

Narcismo? Talvez. Só sei que quando a gente coloca a própria vida no centro do universo, as coisas ganham outra dimensão.

 

 

 

 

Não espero menos dos meus amigos!

 

Abrindo as cortinas

O meu cérebro trabalha em português, mas acho que meu coração só funciona em espanhol! Não sei se é porque quando pequena escutava cantigas de ninar nesse idioma (ensinadas pela minha mãe, que é paraguaia), mas as músicas que mais me tocam são cantadas nessa língua.

Também acho que sou um pouco exagerada nas questões sentimentais, mas o que se há de fazer? Culpo o sangue e a cultura latina, aliados à minha porção baiana, das quais descendo.

Em madrugadas tipicamente curitibanas, frias e com garoa, só me resta recorrer a música de Fito Paez e Joaquin Sabina. “Contigo” tem o poder estranho e paradoxal de animar e acalmar.

Yo no quiero domingos por la tarde;
Yo no quiero columpio en el jardín;
Lo que yo quiero, corazón cobarde,
Es que mueras por mí.

Y morirme contigo si te matas
Y matarme contigo si te mueres
Porque el amor cuando no muere mata
Porque amores que matan nunca mueren.

[Fito Paez, CONTIGO]

P.s.: Traduzir é matar um pouco da poesia. Força no Google Tradutor!


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