Perecível ao tempo

Archive for janeiro 2013

Em primeiro lugar, seja feliz! Siga sua intuição, escute com carinho os amigos e tente dar bons conselhos, mas não fique chateada se fizerem algo totalmente diferente do que vc disse. Eles também não ficaram chateados quando vc fizer o mesmo. Tente não se atrasar para seus compromissos, especialmente se for algo com seus amigos. Assista muitos filmes, bons e maus. Escute música e dance sozinha, principalmente se for uma sexta à noite e vc não estiver afim de sair. Comemore suas conquistas, se quiser chamar amigos e parentes, legal. Mas se só tiver trocados pra comprar um doce na panificadora do mercado, comemore assim mesmo. Só você sabe o quanto tudo foi difícil. Sorria para estranhos. Se surpreenda com as pessoas (achar que já sabe tudo sobre os demais é uma forma de desrespeitar a eles e as histórias que carregam). Continue blogando! Suas palavras trazem algo de bom! Um bjo

 

 

 

 

 

 

Faz três semanas que antes de dormir ou depois de acordar dá um estalo e penso: “consegui!”

Tão diferente de três anos atrás, quando parecia que havia jogado minha âncora em um ponto ruim da vida e não conseguiria mais sair de lá.

Mas eu consegui. Consegui partir daquele ponto, avancei mais rápido do que imaginava e agora posso olhar pra trás com a segurança de que tudo só serviu pra me empurrar para o ponto em que agora estou.

Agradeço os dias ruins e as pessoas que me escutaram quando precisei. Agradeço a minha própria história por me colocar hoje aqui. Porque acho que felicidade é isso, sentir que se está exatamente onde e com quem gostaria de estar.

 

 

 

 

Sei que a guerra contra os hipsters já foi declarada há muito tempo, mas acho que só agora me dei conta do estrago que esse pessoal de bigode ralo e tocas de lã em dias de verão causou. É tanta gente com roupas e hábitos excêntricos, que tenho achado uma dádiva ser uma pessoa tão normal. De tanto ver combinações “exóticas” em roupas, tenho usado mais que nunca camisetas lisas e calças jeans. De tanto ver pessoas “descoladas” cometendo “loucuras” e postando tudo no instagram/facebook/twitter, tenho achado cada vez mais divertido ficar em casa assistindo filmes.

 

 

Vejo um amigo que usa óculos, barba e gosta de HQ e acho engraçado que uma pessoa como ele, tão despreocupado com modinhas, possa ser o ídolo das tantas pessoas “alternativas” que vejo por aí. Mas talvez o mais engraçado seja que tantas pessoas usando combinações esdrúxulas e “originais” acabe formando uma massa homogênea, formada por bigodes, chapéus Fedora, estampas de estrelas, bolas, listras, camisetas com decotes V e um ar de cópia barata.

Talvez fosse melhor se as pessoas que não sabem tocar mais do que três notas parassem de formar bandas ou que as que não tem problemas de visão deixassem de usar ridículos aros enormes. Afinal, qual é o problema de alguém ser ela mesma, sem tentar parecer um “descolado” músico/fotógrafo de uma banda desconhecida que está passando pela puberdade e não quer raspar a penugem que cresce sobre os lábios?

 

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Numa das definições que li, dizia que o hipster era uma mistura da roupa que o avô usava, com os acessórios do filho perdido da Lady Gaga e do Snoop Dogg. Uma definição mais precisa que essa, improvável…

 

 

 

 

 


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