Perecível ao tempo

Mais de 140 caracteres

Posted on: 30/04/2012

Ok, não deletei ontem meu perfil no Twitter. Ele ainda está lá, vivo. Inerte, mas vivo.

Resolvi retirar mais algumas coisas de lá antes de jogá-lo no buraco negro dos “Delete” que só a internet nos proporciona. Enquanto remexia o meu arquivo público de pensamentos e outras bobagens, fiquei feliz em encontrar uma troca de tweets com o jornalista Victor Folquening. Isso me deixou em dúvida sobre excluir meu perfil ou não, já que não posso mais trocar tweets com Victor ou travar nenhum tipo de conversa que não seja inventada por mim. Victor morreu no ano passado, atropelado por um biarticulado. Me desfazer do meu Twitter é me desfazer dessas e de outras conversas.

Ainda não decidi se aperto definitivamente o “Delete”, de qualquer forma, hoje resgato mais algumas bobagens dessa grande praça pública em que todos berram:

O melhor tempero que existe: a fome! Não há comida que não fique boa…

 

E um dia vc se dá conta q está dando bronca no seu pai porque ele não quer trazer a roupa suja pra lavar. É, vou tomar um Dreher!

 

Gente que parece ter medo de falar a palavra “negro” e fala “moreninho”. Não tolero.

 

Fiquei com vontade d ir numa festa infantil pra cantar músicas da Xuxa, d repente me dei conta q numa festa infantil vai tocar funk, ñ Xuxa!

 

“Dá um gole de água?”/ “Porquê?” – esse é meu pai…

 

Quando o povão dominar o Google+ vou falar que é o Goole Mais, mesmo, só pra ver os estressadinhos corrigindo “é Google Plus, é Google Plus”

 

Credo, nem seis horas da tarde e o céu me engana com cara de meia-noite!

 

Você sabe que 2012 tá chegando quando flagra o seu pai assistindo Casos de Família no meio da tarde

 

queria ir numa festa latina, mas sempre q falo isso o pessoal recomenda Taco, Mexicano e Zapata. Quero dançar e ñ comer nachos!

 

A arte de perder o mini papelzinho com o telefone do entrevistado!

 

paraguaio “be larga” eu “o q? é ve ou be?” paragua “ve” eu “ahhh! é be!” paragua “no, be!” coloco na matéria “a fonte ñ quis se identificar” #ailimedoportamala

 

Amou, amou, amou uma pessoa. Depois chorou, chorou, chorou por ela. Agora nem lembra mais o nome completo. Estranho isso, né?!

 

Você decide encarar formulário com milhões de perguntas. Demora hoooooras pra caprichar em todas as respostas. ENTER. Aparece “Erro”. ADORO!

 

Amanhã decido se deleto ou não o perfil.

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